{"id":3984,"date":"2022-06-24T12:24:19","date_gmt":"2022-06-24T12:24:19","guid":{"rendered":"https:\/\/artmagazine.pt\/?p=3984"},"modified":"2022-06-24T12:24:22","modified_gmt":"2022-06-24T12:24:22","slug":"stand-up-paddle-uma-tarde-no-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/2022\/06\/24\/stand-up-paddle-uma-tarde-no-mar\/","title":{"rendered":"Stand Up Paddle &#8211; Uma tarde no mar"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-justify\">Este desporto aqu\u00e1tico deriva do surf, sendo necess\u00e1rio equilibrar-se sobre uma prancha e realizar movimentos impulsionados atrav\u00e9s de um remo. O Stand Up Surf (SUP) pode ser feito por qualquer pessoa e em todas as idades. A intensidade do desporto varia de acordo com o local onde \u00e9 praticado. Dessa forma, o SUP mais leve \u00e9 feito geralmente num lago calmo. \u00c0 medida que o local da pr\u00e1tica muda, a modalidade vai se tornando mais complexa. Assim, o SUP pode ser praticado em alto mar, nas ondas do mar ou at\u00e9 nos rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A populariza\u00e7\u00e3o do stand up paddle aconteceu nas ilhas havaianas entre as d\u00e9cadas de 1920 e 1950. Para fotografar e acompanhar os surfistas, os chamados Beach Boys utilizavam grandes pranchas com remo. Rapidamente tornou-se bastante popular entre as crian\u00e7as havaianas. No entanto, com o avan\u00e7o das novas tecnologias na fabrica\u00e7\u00e3o das pranchas de surf, estas tornaram-se cada vez mais leves e menores, como consequ\u00eancia o Stand Up Surf acabou por cair no esquecimento, sendo praticado por pouqu\u00edssimas pessoas. Nos \u00faltimos anos o SUP recuperou for\u00e7a e passou a ser uma das atividades f\u00edsicas e desportiva que mais cresceu ao n\u00edvel de praticantes em todo o mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Um grupo de jovens da ART passou a tarde no Centro N\u00e1utico, na Praia de Faro e teve a oportunidade de experimentar este desporto.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><em>\u201cEu, jovem da ART Quinta Horta da Nora, participei numa atividade de Stand Up Paddle com alguns colegas, foi muito divertido e uma boa experi\u00eancia. Deram-nos instru\u00e7\u00f5es para come\u00e7ar e foi muito f\u00e1cil. Aprendes muito r\u00e1pido e quando apanhares o jeito de estar em cima da prancha j\u00e1 se torna muito f\u00e1cil e divertido.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Martim, 17anos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este desporto aqu\u00e1tico deriva do surf, sendo necess\u00e1rio equilibrar-se sobre uma prancha e realizar movimentos impulsionados atrav\u00e9s de um remo. O Stand Up Surf (SUP) pode ser feito por qualquer pessoa e em todas as idades. A intensidade do desporto varia de acordo com o local onde \u00e9 praticado. Dessa forma, o SUP mais leve [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":3991,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"spay_email":""},"categories":[27,98],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i1.wp.com\/artmagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/stock-photo-close-stand-sup-paddle-board.jpg?fit=608%2C406&ssl=1","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p8Zpru-12g","jetpack-related-posts":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3984"}],"collection":[{"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/22"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3984"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3984\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3992,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3984\/revisions\/3992"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3991"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3984"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3984"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3984"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}