{"id":2954,"date":"2018-01-04T23:54:03","date_gmt":"2018-01-04T23:54:03","guid":{"rendered":"https:\/\/artmagazine.pt\/?p=2954"},"modified":"2018-12-19T10:47:35","modified_gmt":"2018-12-19T10:47:35","slug":"a-arte-de-uma-nova-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/2018\/01\/04\/a-arte-de-uma-nova-vida\/","title":{"rendered":"A ART(e) de uma nova vida"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\u00a0 \u00a0\u00c9 sempre um grande prazer receber not\u00edcias de ex-utentes da ART e perceber que estes conseguiram dar um novo rumo \u00e0 sua vida. Desta vez \u00e9 o jovem Miguel Romero que nos vai contar a sua hist\u00f3ria e que, mais uma vez, nos prova que a mudan\u00e7a \u00e9 poss\u00edvel. Tal como Nelson Mandela disse &#8220;tudo parece imposs\u00edvel, at\u00e9 que seja feito&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0 \u00a0&#8220;Eu chamo-me Jo\u00e3o Miguel Romero Pereira, tenho neste momento 18 anos e vivo em K\u00f6ln, Alemanha. Antes de entrar na ART eu tinha problemas com a agressividade, com drogas e problemas familiares. Quando entrei na ART estava revoltado com o mundo: tinha 17 anos e na minha cabe\u00e7a ningu\u00e9m mandava em mim, era eu o rei do meu mundo. Antes de ir para a ART estive em 3 institui\u00e7\u00f5es e nenhuma me conseguiu ajudar. Entrei na ART sem esperan\u00e7a, achei que n\u00e3o havida nada que me pudesse mudar e a ART provou-me que estava enganado. Foram batalhas complicadas, mas a equipa sempre esteve comigo e ainda hoje, sinceramente, n\u00e3o sei como agradecer pelo que fizeram por mim. Foi atrav\u00e9s de limites, regras, carinho, aten\u00e7\u00e3o, amor, disponibilidade que tinham para me ouvir com aten\u00e7\u00e3o e olhando nos olhos que me ajudaram. Foram tantos os conselhos. Eu na ART consegui encontrar coisas que n\u00e3o tinha antes: a felicidade, respeito, aprender a ouvir, compreender as pessoas, a ter palavra&#8230; A ART ensinou-me a ser um Homem e esta ser\u00e1 uma d\u00edvida boa que vou ter para o resto da minha vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0 \u00a0Quando sa\u00ed da ART n\u00e3o foi f\u00e1cil, mas venci. Acabei a carta de condu\u00e7\u00e3o, vim para a Alemanha e quando c\u00e1 cheguei percebi que empregos que me tinham prometido n\u00e3o os tinha. Estive \u00e0 procura de trabalho durante algum tempo e agora estou a aprender a profiss\u00e3o de pedreiro e estou a gostar muito. Foi a ART que me mostrou que era poss\u00edvel e que me deu as ferramentas para lutar pela minha vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0 \u00a0Costumo comparar a minha passagem na ART a um piloto de avi\u00e3o que tem o avi\u00e3o nas m\u00e3os mas n\u00e3o sabe as coordenadas e na ART \u00e9 como se me dessem as coordenadas e me ensinassem a pilotar novamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">FA\u00c7A CHUVA OU FA\u00c7A SOL, PELA ART VALE O SACRIF\u00cdCIO!&#8221;<\/p>\n<p>Texto pelo ex-utente Miguel Romero.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0\u00c9 sempre um grande prazer receber not\u00edcias de ex-utentes da ART e perceber que estes conseguiram dar um novo rumo \u00e0 sua vida. Desta vez \u00e9 o jovem Miguel Romero que nos vai contar a sua hist\u00f3ria e que, mais uma vez, nos prova que a mudan\u00e7a \u00e9 poss\u00edvel. Tal como Nelson Mandela disse [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":2961,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"spay_email":""},"categories":[7,99,1],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i1.wp.com\/artmagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/renascer.jpg?fit=640%2C410&ssl=1","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p8Zpru-LE","jetpack-related-posts":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2954"}],"collection":[{"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2954"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2954\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3519,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2954\/revisions\/3519"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2961"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2954"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2954"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/artmagazine.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2954"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}